Postagens

Mostrando postagens de Novembro, 2010

Cinema de Billy Wilder

“Inferno N° 17” (Stalag 17, 1953) é um filme dramático de Billy Wilder sobre um campo de prisioneiros militares na Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial.  É baseado numa peça escrita para a Broadway por Donald Bevan e Edmund Trzcinski, que também atua no filme. A estória gira em torno da suspeita de que o sargento Sefton (William Holden) fosse um informante dos nazistas.  Holden atuou também em “A Ponte do Rio Kwai” (The Bridge on the River Kwai, 1957, David Lean) e “Meu Ódio Será Sua Herança” (The Wild Bunch, 1969, Sam Peckinpah), além de ser dirigido por Wilder no ótimo “Crepúsculo dos Deuses” (Sunset Blvd, 1950). Um dos destaques é o diretor Otto Preminger, de “Laura” (1944, com Vincent Price) e “Anatomia de Um Crime” (Anatomy of a Murder, 1959, com James Stewart) interpretando o comandante Oberst von Scherbach, que faz questão de calçar as botas quando tem que telefonar para Berlim, só para bater uma na outra ao fazer a continência. Mas o principal destaque é a dupla form…

The Walking Dead

As TV's pagas Fox e FX estão exibindo em pleno feriado de Finados o primeiro episódio de "The Walking Dead", do Frank Darabont, que estreou antes de ontem nos Estados Unidos.  Para quem não se lembra, o franco-americano Frank Darabont dirigiu os ótimos "Um Sonho de Liberdade" (The Shawshank Redemption, 1994) e "À Espera de um Milagre" (The Green Mile, 1999).  Depois dos vampiros, agora é a vez dos zumbis no cinema e na literatura.

Ignorância ou cinismo?

A velha classe média paulista não votou na Dilma porque ela teria sido “terrorista”, mas elegeu senador o Aloysio Nunes, motorista e guarda-costas do Carlos Marighela.  Será cinismo ou simplesmente ignorância?  Agora, essa gente destila preconceito e discriminação, apontando como causa de sua frustração e amargura principalmente os nordestinos e os analfabetos.  Logo essa burguesia, que é politicamente analfabeta e alienada.  Pensando nessa “raça”, termo usado por aquela múmia nazista de Santa Catarina, lembrei deCazuza: “A burguesia fede, a burguesia quer ficar rica, e enquanto houver burguesia não vai haver poesia”.

Para entender a vitória do povo

Dilma venceu na região norte, com destaque para o Amazonas, e com exceções mais importantes de Roraima e principalmente do Acre. No Acre, o Tião Viana se elegeu no primeiro turno, batendo o candidato da direita. Não sei até que ponto a Marina teve influência.
Dilma venceu bem no Nordeste, com destaque para Maranhão, Ceará, Pernambuco e Bahia.
Dilma venceu no sudeste, graças a Minas e Rio, que fizeram toda a diferença. Para entender o resultado de Minas é preciso lembrar do editorial do jornal “O Estado de Minas” em 3 de março: “Minas a reboque, não!”.
As regiões sul e centro-oeste optaram pelo candidato da direita, com destaque para Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná e Santa Catarina.
A coalizão de direita elegeu dez governadores, com destaque para Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas. Minas só não quis votar no paulistano Zé Chirico. Em São Paulo, a vitória do Picolé de Chuchu, da Opus Dei, foi apertada e, mesmo para a presidência, a direita não deslanchou. No Paraná, …