domingo, agosto 31, 2014

Leitura de domingo

Faltando cinco semanas para o primeiro turno das eleições, a ‘ombudsman’ tenta explicar por que a Folha não assume uma candidatura, como sempre fez o New York Times e vem fazendo o Estadão.  Desde os tempos da universidade a Folha foi meu jornal preferido por duas razões.  Sempre foi muito inovador na forma, na diagramação, nas cores etc..  Sempre deu espaço a opiniões diversas.  Achei estranho o comportamento do jornal já em 1992, quando participou da campanha da revista Veja contra Collor, que tinha sido o queridinho da mídia em 1989.  Mas confesso que só conheci mesmo a Folha depois de 2003, no governo Lula.   Em 2009 em editorial criticando Hugo Chávez, a Folha usa o termo ‘ditabranda’ para o fascismo que vivemos de 1964 a 1985.  Em 2010 sua executiva e presidente da ANJ (Associação Nacional de Jornais), Maria Judith Brito, assumiu a imprensa como partido político.  Em 2011, em seu aniversário de 90 anos, a Folha finalmente confessou sua participação na ditadura militar.  Agora, a Folha em propaganda, para mim política-eleitoral, se diz contra a política econômica.  Entre os colunistas, hoje vemos uma Cantanhede desolada com o desempenho de Aécio nas pesquisas, e o Jânio de Freitas outra vez brilhante ao mostrar a igualdade dos programas de governo de Aécio e de Marina: “Um em dois”.
O Estadão diz que Marina divulga ‘errata’ e reduz apoio à causa gay, enquanto Malafaia diz que ‘melhorou muito’ o plano de governo dela após esta mudança.  Marina, se eleita, colocará em xeque o modelo de coalizão e, com base pequena, deverá negociar cada projeto, dependendo muito do PSDB.  O jornalão destaca que, para Dilma, a democracia não funciona sem partidos e quem não governa com partidos flerta com autoritarismo.
O Globo destaca que o programa de Marina trará gastos adicionais de R$95 bi ao ano.  E pergunta se Marina, candidata em metamorfose, é evolução ou incoerência.  A urubóloga Miriam Leitão fala em recessão e é só pessimismo.  E os rola-bostas Merval e Noblat pedem voto útil em Aécio.
O destaque do Jornal do Brasil é a intolerância racial, que realmente chamou a atenção nesta semana depois do que ocorreu no jogo Grêmio X Santos.  O negro é considerado ‘macaco’, ‘escravo’ e ‘ladrão’ por enorme quantidade de jovens que usam o Facebook.  Observem que o preconceito não é dos pais ou dos avós, mas dos jovens!  Os mesmos jovens que ‘brigam’ por mais e melhor educação, mas não titubeiam um segundo antes de mandar qualquer um tomar naquele lugar.
Nosso pasquim fascista, a Veja, continua como sempre em sua cruzada contra Lula, Dilma e o PT.  Não tem nenhuma credibilidade, a não ser para seu vil público.  Essa revista, que pertence à bilionária famiglia Civita e ao grupo racista sul-africano Naspers, é o melhor exemplo daquilo que foi previsto sabiamente por Joseph Pulitzer: “Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”.  Veja não merece nenhum comentário, assim como a revista Época, imprensa rosa.
Em “a nova roupa da velha política”, a IstoÉ afirma que Marina se apresenta como novidade no discurso, mas para chegar ao poder recorre a antigas práticas.  E mostra os ‘companheiros’ dela: Heráclito Fortes, Roberto Freire e Paulo Bornhausen, ou seja, a parte da direita que já abandonou Aécio.  Destaca também o fato de que o jovem, sendo um terço do eleitorado, poderá decidir quem vai comandar o país.  Considerando a ignorância e a alienação desses moços, isto se torna preocupante.
A CartaCapital destaca o que disse Jean Wyllys: “Marina, você brincou com a esperança de milhões de pessoas”.  E revela que em 1970 a ditadura usou armas químicas (bombas de napalm) no Vale do Ribeira contra a VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) de Carlos Lamarca.
Hoje finalizo com as palavras de Millôr Fernandes: “A imprensa brasileira sempre foi canalha. Eu acredito que se a imprensa brasileira fosse um pouco melhor poderia ter uma influência realmente maravilhosa sobre o País. Acho que uma das grandes culpadas das condições do País, mais do que as forças que o dominam politicamente, é nossa imprensa. Repito, apesar de toda a evolução, nossa imprensa é lamentavelmente ruim. E não quero falar da televisão, que já nasceu pusilânime”.
P.S.: O blog da vez é o Viomundo, do Azenha.  É indispensável para que a gente fique imune às falcatruas da máfia da grande imprensa.

domingo, agosto 24, 2014

Leitura de domingo

burros
As revistas semanais que colocaram Eduardo Campos na capa da semana passada, com exceção da CartaCapital, agora trazem Marina, cuja ascensão nas pesquisas de intenção de voto é o assunto da semana.
Veja, que continua firme em sua militância político-eleitoral contra Dilma e o PT, questiona se Marina é uma miragem efêmera ou se ela representa uma candidatura ‘sustentável’.  Dentro dela, enquanto um sabujo (Azevedo) critica Marina, outro (Nunes) malha a presidenta.  Não é necessário ser especialista em política para perceber que o candidato desse folhetim é o playboy mineiro, Aécio.
Época, imprensa rosa, pergunta até onde Marina vai.  E cita a senadora Kátia Abreu, miss desmatamento e musa da serra elétrica, ao destacar que Marina faz da questão ambiental uma religião.  Parece que a única matéria que presta nesta edição é do bissexual autor de novelas Walcyr Carrasco, “Elevador de serviço e banheiro de empregada”, em que expõe o preconceito contra negros e pobres, infelizmente tão comum em nossa classe média.  Como cantou Cazuza, a burguesia fede.
IstoÉ compara Marina a uma esfinge e pergunta quem a decifra, além de afirmar que Aécio é o político mais parecido com Eduardo Campos.  O destaque positivo é a matéria sobre a prisão no Paraguai do ex-médico tarado, Roger Abdelmassih, que tinha fugido com um habeas corpus concedido pelo juiz Gilmar Mendes, ex-advogado geral da União no governo de FHC, empossado ministro do STF pelo Farol de Alexandria (FHC).  Vale lembrar que este juiz foi acusado de nepotismo, sonegação fiscal e falso testemunho.  Concedeu 2 habeas corpus ao bankster Daniel Dantas, é amigo de Demóstenes Torres e José (Bolinha de Papel) Serra.
Novamente a melhor alternativa da semana é a CartaCapital.  O destaque é o negócio suspeito da JBS, dona da marca Friboi, que a direita andou difamando com fins eleitorais que era do filho do Lula.  De fato, esta empresa tem sido uma das maiores doadoras das campanhas eleitorais: 14 milhões para o PMDB, 10 milhões para o PP do Maluf, 7 milhões para o PSDB, 5 milhões para o PT e 1 milhão para o PSB.  É a tática do investidor prevenido, que não coloca todos os ovos na mesma cesta.  Daí a importância da discussão sobre o financiamento público de campanha, que a direita nem quer ouvir falar.
O melhor de O Globo é o destaque ao decacampeonato de nossas meninas no Grand Prix de vôlei, que atropelaram Itália, Rússia, Estados Unidos e Japão.  Fora disso, sobra o costumeiro bairrismo, segundo o qual o Rio é o centro do mundo, depois de Nova Iorque, e as colunas fétidas (como a Baía de Guanabara, segundo o próprio jornal) de Noblat, Merval e Míriam Leitão.
O Estadão, cujo candidato é o Aécio, está assustado com a Marina e lamenta que a campanha dela inclua conselho popular em plano e programa de governo, outro pesadelo da direita.
A Folha, também engajada na campanha tucana, destaca a crise e a fragilidade estrutural na campanha de Marina.  E, junto com a mídia paulistana, ataca a gestão de Haddad na prefeitura.  A jornalista, Eliane Cantanhêde, também conhecida por musa tucana da ‘massa cheirosa’, compara Marina a Itamar Franco, explicitando como sempre seu partidarismo.
Já que a mídia não é isenta, plural, independente e apartidária, cabe apelar à blogosfera que, se também não tem aquelas qualidades desejadas na imprensa, ao menos oferece diversas opções dentro de todo o espectro ideológico.  Então,  a partir de hoje vou sugerir blogs, principalmente os “sujos”, como este.  Para começar, o destaque de hoje é o Luis Nassif Online, talvez o melhor de todos.

sábado, agosto 23, 2014

Entrada e saída simples em modo gráfico com VBA

No Visual Basic for Applications (VBA) do Microsoft Excel é possível fazer o mesmo que fizemos no VB, incluindo o preenchimento de uma célula da planilha com o mesmo texto digitado no formulário simples contendo os controles painel, rótulo, caixa de texto e botão.  Clicar um botão é o evento que orienta esta aplicação.  O texto digitado nas caixas de texto é mostrado em um rótulo e em uma caixa de texto desabilitada, após o pressionamento dos botões “Entrar” e “Concatenar”.  Os outros dois botões têm ações óbvias.
Veja a seguir ilustrações da aplicação em tempo de execução e seu respectivo código.


Private Sub Workbook_Open()
    frmIO.Show
End Sub

Private Sub cmdConcatenar_Click()
    lblSaida.Caption = txtNome.Text & " " & txtSobrenome.Text
    txtSaida.Text = txtNome.Text & " " & txtSobrenome.Text
    Me.Caption = txtNome.Text & " " & txtSobrenome.Text
    Range("A1").Value = txtNome.Text & " " & txtSobrenome.Text
End Sub

Private Sub cmdEntrar_Click()
    lblSaida.Caption = txtNome.Text & txtSobrenome.Text
    txtSaida.Text = txtNome.Text & txtSobrenome.Text
    Range("A1").Value = txtNome.Text & txtSobrenome.Text
End Sub

Private Sub cmdLimpar_Click()
    txtNome.Value = ""
    txtSobrenome.Value = ""
    lblSaida.Caption = ""
    txtSaida.Value = ""
    Me.Caption = "Entrada e Saída"
    txtNome.SetFocus
    Range("A1").Value = ""
End Sub

Private Sub cmdSair_Click()
    End
End Sub

domingo, agosto 17, 2014

Leitura de domingo

O destaque da semana, sem dúvida, foi o trágico desaparecimento de Eduardo Campos na quarta-feira, 13 de agosto, exatamente 9 anos depois do avô, Miguel Arraes, fato lembrado por mim neste blog.  A mesma Folha que, como toda a mídia, hoje endeusa Eduardo e sua substituta, em 2005 chamou Arraes de ícone da velha esquerda. Mal houve o acidente e até agora, antes do enterro, se vê claramente o uso político dessa tragédia.  A farsa começou com afirmações da própria família do candidato e se estendeu pelo resto da semana com teorias de conspiração de gente mal intencionada, espalhadas por alienados nas redes sociais e até pela mídia golpista, especialmente em programas de baixo nível da TV. Chegou-se a comparar Eduardo com o avô, e até com Tancredo.
O pasquim da ditabranda usa os termos romaria, devoção, clamor, emocional, incerteza, esperança.  Nas entrelinhas o jornal a serviço do conservador expressa o desejo de que Marina supere Dilma num eventual segundo turno.  Ou seja, devido ao mau desempenho de Aécio nas pesquisas eleitorais, a direita e sua porta-voz, a grande mídia, já desistiu do playboy e tem agora apenas um objetivo: derrotar Dilma.  Curiosamente o DataFolha mostra que a reprovação do governo recuou em São Paulo.
O Estadão destaca que Marina não embarcou no avião por providência divina. Como seu candidato não empolga no Nordeste, a ideia aqui é carrear os votos dessa região para a Marina.  O risco assumido é vê-la passar o playboy antes do primeiro turno.  É a estratégia kamikaze, o acionamento daquele famoso botão vermelho, a aposta no pior.
O pasquim dos Civita continua em sua campanha, ou melhor, em sua cruzada contra o PT e Dilma, cinicamente estampando Eduardo Campos e a estrela de Marina.  Online agora o folhetim culpa Dilma pelo atraso da cerimônia e se alegra com as vaias à presidenta.
O Jornal do Brasil lembra que, segundo colunista da Veja, Marina empata tecnicamente e vence Dilma no segundo turno!
Para a revista IstoÉ, Eduardo Campos, que também é capa, construiu uma nova forma de fazer política no Brasil.  Sem nepotismo, sem traição, sem incoerência?
A revista CartaCapital, que faz 20 anos, destacou a dura entrevista de Eduardo Campos no Jornal Nacional, da Globo, na terça-feira.  De fato, deu até pena dele diante da inquisição feita por Bonner e Poeta.  Parece que a IstoÉ não viu a entrevista, ou discorda totalmente.
Por incrível que pareça, o jornal O Globo é o melhor do dia. Destaca a revolta em Ferguson, Estados Unidos.  Claro que o faz por vira-latismo, mas a boa nova é que expõe o problema do racismo recorrente no Império.  Também destaca o mercado de escravos praticado por empresários (bandidos?) em SP com imigrantes haitianos e africanos.  E extraordinariamente mostra que israelenses foram às ruas para pedir negociação com os palestinos.  Isto demonstra que sionismo não é judaísmo, mas sim a causa do antissemitismo.
Aliás, o portal UOL mostra que jovens judeus europeus mudam para Israel por serem hostilizados.  Também o editorial de O Globo merece ser lido hoje, ao tratar do perigo da intolerância religiosa.
Minha conclusão é que a direita continua tendo uma única saída para derrubar Dilma: o caos e a comoção popular.  Já abandonou seu candidato e agora aposta em Marina. A bala de prata é a santa do pau oco, que deve ultrapassar o candidato da famiglia.  E ela deve ficar em segundo lugar nesta guerra eleitoral que não terá segundo turno. 

Este é meu primeiro post feito com o editor Leafpad no sistema operacional Raspbian, no Raspberry Pi - ver ilustração.

domingo, agosto 10, 2014

Leitura de domingo

Nada de novo no front. Ou quase nada. O pasquim reacionário estampa a contadora do doleiro que lavava dinheiro para empreiteiras e o repassava a políticos.  Destaca também a “fraude da CPI” que a oposição boicotou.  Enfim, continua em plena campanha, como sempre, e como lembra o Observatório da Imprensa, na seção Leituras de ‘Veja’.
Segundo a Folha, pautada pela Veja, o doleiro preso desde março na Operação Lava Jato agora ameaça com delação premiada. O jornalão que apoiou a ditadura também mostra que cresceram as doações dos empresários aos candidatos, que o candidato da direita arrecadou mais do que a Dilma, e que o PMDB lidera a arrecadação com praticamente 52 milhões entre os 20 principais financiadores do país.  Isto mostra que, além da mídia, os empresários apostam contra Dilma.  Quem salva a edição novamente é o Jânio de Freitas, com seu comentário sobre os túneis entre Gaza e Israel, contrariando a vocação sionista não apenas da Folha como também do Estadão e de toda a grande mídia, não apenas brasileira, mas mundial.
O Estadão, também pautado pela Veja, tem a cara-de-pau de afirmar que Israel teve alto número de soldados mortos! A perda de vidas entre os israelenses foi de 64 soldados e 3 civis.  E 1935 palestinos, 1408 civis, 235 mulheres e 452 crianças.   A desproporção de praticamente 30 contra 1 ainda é chamada de guerra pela mídia sionista, quando não passa de um massacre.
A revista IstoÉ destaca o vírus Ebola, o uso das CPI como arma eleitoral, e encanta os coxinhas ao destacar a boa vida em Miami, a nova praia dos sacoleiros.
A revista Época, imprensa rosa, anuncia marotamente em manchete que na corrida eleitoral Aécio dispara e emparelha com Dilma, mas o texto se refere à arrecadação, a exemplo do que destacou a Folha.  E destaca também a importância do Twitter hoje em dia.
O jornal O Globo destaca mais a descoberta do Ministério da Saúde de fraudes com medicamentos em 23 capitais do que a ordem de Dilma para apurar mudanças em perfis de jornalistas.  Ou seja, a fofoca da semana, que foi a alteração dos perfis dos parajornalistas Sardenberg e Miriam Leitão na Wikipédia, em máquinas conectadas à rede do Palácio do Planalto, talvez por aloprados, é café pequeno na guerra eleitoral.
Novamente a revista CartaCapital salva a semana ao perguntar por que a dívida da Globo não é manchete de jornal.
Lendo na varanda

domingo, agosto 03, 2014

Leitura de domingo

A grande mídia parece ter acreditado na “verdade sobre o aeroporto” contada à Folha na última quinta-feira pelo candidato da direita, Aécio Neves.  Hoje a colunista Eliane Cantanhêde afirma que “a indústria dá o troco”, comemorando o aumento da arrecadação para a campanha tucana, que já seria maior do que Serra recebeu em 2010. Sobre a credibilidade da Eliane, também conhecida por Tacanhede e Tucanhede, vale a pena lembrar-se de suas “barrigas” e o sítio timeriverflow fez um bom resumo delas.  Por outro lado, Jânio de Freitas salva a edição ao comentar “para além das bombas” os fins de Israel justificando os meios (massacres), e também os erros atrás de erros do candidato da direita.
No Estadão de hoje o “cessar fogo” não se refere ao massacre praticado por Israel em Gaza, mas à disputa eleitoral em São Paulo, comentada pela colunista Dora Kramer.  Desde a Unicamp aprendi que para ficar bem informado não basta ler as manchetes de um jornal, mas é indispensável conhecer o dono desse jornal e o que ele pensa para entender como ele escolhe conteúdo e forma de suas manchetes.  Como os patrões da mídia escolhem seus colunistas, também é indispensável conhecer essa gente que escreve a soldo.  O Tijolaço dá uma boa contribuição para isto, assim como o YouTube.
O pasquim sionista, que se esforça para varrer o aecioporto para debaixo do tapete, anima a oposição ao mostrar que “gravações comprovam: CPI da Petrobras foi uma grande farsa”.  Nada de novo.  Esse folhetim continua cínico, mercenário, demagógico e corrupto – quem não se lembra de seu pautador, o Carlinhos Cachoeira?  A quem não curte ver o horário político basta abrir a Veja ou ver o Jornal Nacional, é claro.
A revista Época se parece cada vez mais com a revista Caras, tornando-se cada vez mais imprensa rosa, tablóide, revista de fofocas e toda sorte de superficialidades e futilidades, que se presta ora à desinformação ora à difamação.  Enquanto isso, o Globo permanece líder na categoria imprensa marrom.  Seus donos, com uma mãozinha do nosso regime militar, amealharam a bagatela de vinte bilhões de dólares, superando em seis vezes a família Civita, segundo a Forbes.  Assim como seus inspiradores Chambers, Murdoch e Newhouse, essa gente apátrida prefere o país ou o dinheiro?  O que você acha?
A IstoÉ pergunta: “por que ninguém ouve a ONU?”. Israel e seus parceiros, Estados Unidos e OTAN, não respeitam a ONU faz muito tempo, e isto não é segredo para ninguém. O destaque da semana é que pela primeira vez, como nunca antes na história deste país, o número de eleitores com estudo superior é maior que o de analfabetos.  Onde estão os revoltados seletivos que criticam a “falta de investimentos” em Educação?
A CartaCapital destaca a influência religiosa na política nacional e mundial, ao comentar sobre o poder evangélico dos neopentecostais e a submissão norte-americana ao judaísmo.  Tanto a direita quanto a esquerda, todos se curvaram ao bilionário Edir Macedo durante a inauguração do chamado Templo de Salomão nesta semana.  Por outro lado, é impressionante a influência dos lobistas judeus sobre os congressistas americanos.  Dá para concordar ou discordar da CartaCapital, mas ela é de longe a melhor fonte de informação fora da blogosfera.
Por falar em blogosfera, o blog do Nassif continua ótimo, destacando hoje as paradas para reabastecimento do helicóptero dos Perrela segundo a PF.